Alexandre Stanzioni revela expectativas para a temporada do Vôlei Brasil Kirin

Comissão Técnica - 01/05/2014 12:05

Contratado para comandar a equipe do Vôlei Brasil Kirin na temporada 2014/2015, o técnico Alexandre Stanzioni é um grande estudioso do vôlei. Em conversa com o VôleiBrasilKirin.com.br, Stanzioni falou sobre as expectativas para esse trabalho, seus ídolos e inspirações no esporte, além de explicar em detalhes seu estilho de trabalhar.

Confira tudo isso na entrevista com o novo técnico do time campineiro!

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
Stanzioni quer títulos no Vôlei Brasil Kirin (foto: Divulgação/Brasil Kirin)
 

Em apenas quatro temporadas, o Vôlei Brasil Kirin já alcançou grandes conquistas, entre elas o terceiro lugar da Superliga 2013-14. O que se espera para essa temporada?

Acho que este ano precisa ser coroado com um título de expressão. Estamos procurando fortalecer ainda mais a equipe e buscar conquistas em todos os campeonatos que disputarmos.

 

Logo que seu nome foi confirmado como técnico do Vôlei Brasil Kirin, você foi muito elogiado pelo ex-capitão André Heller. Qual a importância de ter um grande campeão e ícone do esporte na comissão técnica da equipe?

É fundamental para o sucesso de um projeto uma referência como o André. Carreira brilhante, um caráter extraordinário, um verdadeiro exemplo. Vai ser muito bom poder contar com ele, principalmente no fortalecimento das relações entre os atletas e o corpo técnico, facilitando a comunicação e aumentando a coesão de todo o grupo.

 

Como você vê o projeto do Vôlei Brasil Kirin, comparado aos outros da Superliga?

Vejo como um projeto sólido e consistente, com uma ótima estrutura, realmente um projeto com características únicas no cenário do voleibol.

 

Como você descreve seu estilo de trabalho?

Gosto de apresentar equipes com muita consistência e agressividade. Procuro adequar as características dos atletas e montar um sistema tático que favoreça suas individualidades.

 

Você treinou por muito tempo as categorias de base do Banespa Voleibol. Essa experiência no juvenil fez com que você tenha uma atenção maior ao trabalho dos nossos futuros profissionais?

Sem dúvida isso dá uma grande bagagem, principalmente em conhecer os atletas com bastante profundidade.

 

Você ficou um ano “fora” das quadras trabalhando como Gerente de Marketing no São Bernardo. Essa vivência em uma outra área do esporte te acrescentou uma visão diferente sobre o vôlei?

Muito! Foi uma excelente experiência. Tive que aprender muita coisa de forma muito rápida e de um ponto de vista diferente pra mim, até então. Hoje me sinto muito mais completo em termos de voleibol. Espero um dia poder retomar esta função.

 

Quais são suas expectativas para essa nova fase na sua carreira?

É a mesma da equipe, disputar e ganhar todos os títulos e criar uma parceria duradoura com o projeto.

 

Como começou o interesse por vôlei e por se tornar um treinador?

Eu joguei voleibol, era levantador. Quando me tornei profissional, devido à minha estatura, percebi que seria muito difícil me destacar. Assim, procurei estudar pra ser treinador para poder atingir o alto nível.

 

Você se espelha no trabalho de alguém para buscar um bom desempenho profissional?

Procuro aprender com vários treinadores e tentar tirar pontos positivos de cada um. Gosto muito do Doug Beal, Velasco, Bernardo e do estilo do técnico Tite, do futebol. Gosto muito de acompanhar treinadores do futebol americano, principalmente na capacidade de gestão de equipes.

 

Tem algum ídolo no esporte?

Senna, Zico, Guga e vários outros heróis anônimos que conseguem virar grandes atletas num país como o Brasil.

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